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Controle de Acesso Facial: por que os condomínios estão abandonando as tags e como vender essa atualização


É verdade que o controle de acesso facial deixou de ser uma tecnologia opcional e passou a ser uma escolha estratégica para os condomínios. Hoje, muitos síndicos já procuram esse tipo de solução porque estão cansados dos mesmos problemas como tag perdida, biometria que tem dificuldade para leitura, controle compartilhado, fila na portaria e moradores reclamando de dificuldade no acesso.


Na verdade, o mercado de segurança eletrônica passou por uma evolução natural. Primeiro veio a chave, depois os cartões e tags RFID, mais tarde a biometria digital e, agora, a biometria facial para condomínio se tornou uma das atualizações mais procuradas em projetos de portaria e controle de acesso.


Para o integrador, isso abre uma oportunidade importante. Isso porque, os condomínios que já possuem sistema de acesso instalado são fortes candidatos para upgrade, principalmente quando o síndico busca mais segurança, praticidade e redução de custos operacionais.


Nesse conteúdo, vamos te explicar um pouco mais sobre a importância dessa atualização e como você pode aproveitar essa oportunidade para vender mais projetos. Vamos lá?

Por que o controle de acesso facial é a tendência definitiva?

Durante muitos anos, tags e cartões resolveram bem o acesso de moradores. O problema é que, conforme o condomínio cresce, começam a aparecer situações que comprometem a segurança e aumentam o retrabalho da administração.


Entre os problemas mais comuns estão:


  • tags perdidas ou esquecidas;

  • cartões compartilhados entre moradores;

  • necessidade constante de novos cadastros;

  • clonagem de credenciais;

  • dificuldade de rastrear quem realmente entrou.

  • biometria digital com dificuldade para leitura


A biometria digital resolveu parte desse cenário, mas trouxe outras limitações no dia a dia. Em condomínios com grande fluxo, é comum haver falha de leitura com dedo molhado, engordurado, machucado ou desgastado.


Já o reconhecimento facial Intelbras entrega uma experiência mais simples para o morador e mais segura para o condomínio. O usuário apenas se aproxima do leitor facial para condomínio e o acesso é liberado em poucos segundos, sem tocar em nada.


Outro ponto que acelerou essa migração foi a evolução da tecnologia anti-fake. Os equipamentos atuais possuem recursos de prova de vida, capazes de identificar tentativas de fraude com foto, vídeo ou imagem exibida no celular.


O que, consequentemente, acabou elevando bastante o nível de segurança dos projetos de controle de acesso facial.


Argumentos de venda: como convencer o síndico a atualizar o sistema

Muitos integradores sabem instalar perfeitamente um sistema facial, mas têm dificuldade na hora de mostrar valor para o síndico. E, nesse tipo de projeto, o argumento comercial faz muita diferença.


O síndico raramente compra “um leitor facial”. Ele compra mais controle, menos problemas e uma experiência melhor para os moradores.


Mais segurança contra invasões e fraudes

Esse costuma ser o argumento que mais gera atenção nas reuniões. Com tags e cartões, existe sempre o risco de empréstimo, perda ou clonagem. Já no controle de acesso facial, a credencial está vinculada ao próprio rosto do morador.


Além disso, sistemas modernos permitem:


  • registro completo dos acessos;

  • integração com câmeras e portaria remota;

  • rastreabilidade de entradas e saídas;

  • bloqueio imediato de usuários.


Em condomínios com histórico de acesso compartilhado ou problemas com visitantes, isso pesa bastante na decisão.


Redução de custos a longo prazo

Outro ponto forte é o custo operacional. Geralmente, os condomínios com grande rotatividade acabam gastando continuamente com:


  • compra de novas tags;

  • reposição de cartões;

  • recadastro de moradores;

  • manutenção de credenciais perdidas.


Quando o acesso passa a funcionar por reconhecimento facial, boa parte desse custo desaparece. Assim, o síndico percebe que o investimento inicial é maior, mas o sistema tende a gerar menos despesas recorrentes ao longo do tempo.


Rapidez no fluxo de entrada

Esse benefício fica muito evidente em condomínios de médio e grande porte. Horários de pico costumam gerar filas na entrada porque os moradores precisam procurar tag, cartão ou posicionar o dedo corretamente no leitor biométrico.


Com a biometria facial para condomínio, o processo é muito mais rápido. O morador apenas olha para o equipamento e o acesso acontece quase instantaneamente. Vale destacar que em projetos com portaria remota, isso melhora bastante a experiência de uso.


Acesso sem toque e mais comodidade

Depois da pandemia, muitos condomínios passaram a valorizar sistemas touchless. Além da questão da higiene, existe a praticidade do dia a dia. Quem chega carregando compras, mochila ou criança no colo consegue acessar o condomínio sem precisar pegar o cartão, tag ou encostar no leitor.


Parece um detalhe pequeno, mas é justamente esse tipo de experiência que costuma gerar boa aceitação dos moradores após a instalação.


Cuidados técnicos na hora de instalar leitores faciais

Um dos erros mais comuns em projetos de controle de acesso facial é tratar a instalação como se fosse igual à de um leitor RFID comum. O posicionamento do equipamento também influencia diretamente na taxa de reconhecimento.


A altura da instalação, por exemplo, precisa considerar o perfil médio dos usuários. Quando o leitor fica muito alto ou muito baixo, começam as reclamações de falha na leitura.

Outro ponto que merece atenção é a incidência de luz.


Luz solar direta ou excesso de backlight podem prejudicar o reconhecimento facial, principalmente em entradas abertas ou portarias envidraçadas. Em muitos casos, pequenos ajustes no ângulo de instalação já resolvem o problema.


Também vale atenção para:


  • qualidade da rede IP;

  • integração com software de acesso;

  • sincronização do banco de dados;

  • alimentação elétrica e nobreak;

  • integração com portaria remota.


Quando o projeto é bem especificado desde o início, a experiência do morador muda completamente.

Tudo para o seu projeto de controle de acesso está na Speed Distribuidora

Aqui na Speed Distribuidora acompanhamos de perto o crescimento dos projetos de controle de acesso facial em condomínios, empresas e operações de portaria remota.


Trabalhamos com linha completa de reconhecimento facial Intelbras, leitores faciais para condomínio, controladoras, interfonia IP, videoporteiros e acessórios para controle de acesso.

Estamos desde 1989, atendemos integradores e instaladores com suporte técnico, ajuda na especificação e apoio comercial para dimensionar corretamente cada projeto.


Se você está avaliando uma atualização de controle de acesso ou quer entender qual solução faz mais sentido para o seu cliente, fale com a nossa equipe e solicite um orçamento.

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